VOLTANDO A "FILOSOFAR".......por Kátia Kassimatis
Existe um fator importante para tantas brigas e desentendimentos entre pessoas. O fator achar o que é certo. Mas o que é certo então? Deveríamos acertar e não errar, se assim fosse pronto como uma receita de bolo. E se acertamos sempre, para que faria sentindo as tentativas de tentar escolher o melhor caminho para acertar?? O que é o meu certo, po
de não ser o seu, aquilo que acatamos como certo, devemos seguir em frente e não especular a ação de ninguém e sim esperar que os resultados ocorram, sem ficar prevendo o futuro de que tal ação será errada ou mal escolhida. Escolher caminhos para o bem já é um ato de acertar, o mínimo de evolução, já é uma forma de estar acertando e crescendo. Se houvesse fórmula certa para os acertos da humanidade, não existiriam guerras, intrigas, brigas e desapontamentos. Somos livres para escolher nossas formas de seguir em frente, contanto que tenhamos em mente que o bem sempre estará sendo o melhor acerto, sem julgamento posterior do que eu ou você acertamos ou erramos. Temos o livre arbítrio e é para isso que o temos, para chegar a algum lugar, um lugar que é só nosso e não do outro. Ninguém é igual a ninguém, cada ser humano reage e rege sua vida da forma que escolheu. Não somos essa perfeição. É preciso dar créditos a quem queira seguir um caminho diferente do nosso e acreditar que cada um tem o seu tempo, seu rítimo, mas o mais importante é perceber, no mínimo dos acertos, a vontade de acertar e caminhar para o bem, a intenção é que vale, não o ato em si. A conquista é primordial e não a vitória em si. Caímos e cairemos várias vezes, para podermos recomeçar e levantar quantas vezes forem necessárias. Esta sim, é receita básica para um caminho evolutivo de nossa conduta aqui na terra. Precisamos apurar nossos ouvidos e saber ouvir, precisamos silenciar para se fazer um bom ouvinte. A maior ajuda, a melhor conquista, o maior crescimento é ter ouvidos caridosos das idéias e decisões de cada um, por mais que achemos que é a forma errada (que na verdade não é, é o que NÓS pensamos)... esperançar a vitória do próximo com as ações dele e não com as nossas é sem dúvidas a maior prova de amor que damos e a maior forma de fazer caridade e união de todos. Acreditar que o fim seja o mesmo, mas cada qual no seu caminho de decisões e interpretações. Respeitar a decisão do outro é acreditar nele, é fazer votos de crescimento, é sentir-se seguro de si mesmo, é estar em plenitude com o acompanhamento do crescimento evolutivo de cada um. Opine sim, mas sem enfatizar que é a sua vontade que deve ser prevalecer, não tema o que a pessoa possa sofrer com a atitude que se tomou, deixe-a, amparando sempre, acreditando que a sua forma é única e a dela também, mas o mais importante é que cada um tenha o livre arbítrio para prosseguir as condutas para o bem.
Kátia Kassimatis
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